05 de setembro de 2016 15:16

Valter Hugo Mãe faz conferência em Salvador

O premiado escritor português está com os últimos ingressos à venda para o TCA

Por Redação

unnamedTema recorrente em suas obras, a literatura como uma possibilidade para a busca da felicidade será o tema da conferência especial do o escritor Valter Hugo Mãe, no Fronteiras Braskem do Pensamento, que acontece nesta segunda-feira, dia 5/9, às 20h30, no palco principal do Teatro Castro Alves, em Salvador. “Até que ponto os livros não são, eles próprios, motivações para a felicidade? Partirei de um livro na minha infância para refletir sobre o que penso a respeito da felicidade”, antecipa Mãe, um dos autores de sua geração mais lidos em Portugal. Já na publicação de seu segundo romance, o escritor foi reconhecido por seu conterrâneo José Saramago como um “tsunami literário”.

A conferência, que comemora os 10 anos do projeto Fronteiras, ainda será mediada pelo premiado jornalista Edney Silvestre. Ao apresentador do programa Globo News Literatura e correspondente internacional do jornal O Globo e da TV Globo em Nova York por mais de uma década, caberá debater com um dos autores mais ecléticos da contemporaneidade. O Fronteiras Braskem do Pensamento Salvador tem patrocínio da Braskem, apoio Rede Bahia e Unijorge, e realização da Caderno 2 Produções Artísticas. Os últimos ingressos estão à venda nas bilheterias do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shoppings Barra e Bela Vista, e pelo site www.ingressorapido.com.br.

De personalidade carismática, sensibilidade ímpar e talento eclético, Valter Hugo Mãe é autor de o nosso reino, o remorso de baltazar serapião, o apocalipse dos trabalhadores e a máquina de fazer espanhóis, série de obras conhecida como a tetralogia das minúsculas, por ser escrita sem letras capitais. Mãe é defensor de uma literatura que vai além do público médio e possui uma função na vida humana. “A literatura serve para alguma coisa. A poesia é, inclusive, terapêutica. Tudo deve ser escrito com a esperança de que o público atinja uma espécie de sabedoria, um outro tipo de inteligência emocional”, afirma. “Não escrevo exatamente para entreter, eu escrevo ao contrário, escrevo para ganhar tempo e não perder. Eu tenho o deslumbre de que a literatura pode ser útil. Por isso venho fazendo literatura como um exercício de cidadania”, ressalta.

Comentários

*Todos os comentários são moderados. Isso quer dizer que nós lemos todas opiniões e damos preferência para aquelas que agregam mais informação, que tenham personalidade e que não ataquem o autor ou outros leitores do site. O seu email não será publicado ou comercializado.*